Pensar no futuro
Sem esquecer o presente
Viver o presente
Sem esquecer o futuro
São as duas difíceis
Queremos fazer tudo
Queremos fazer mais alguma coisa
Do que tudo
E o passado?
Para que serve?
Para aprendermos com os erros,
Talvez
Este poema é estúpido,
Nevermind
quinta-feira, 25 de novembro de 2010
sábado, 13 de novembro de 2010
Porventura faça
Li o que queria ler na primeira página
Para quê ler mais?
Para quê arranjar explicações
Para algo inexplicável?
Para quê ler mais?
Para quê arranjar explicações
Para algo inexplicável?
Aleatoriedade:
Nova era de aleatoriedade não rimática na sua maioria
domingo, 7 de novembro de 2010
Bicho
Sim, eu sou um bicho
Sinto que não sinto
O que devia sentir
Quando devia sentir
Por quem devia senir
Como devo sentir
O que sinto
É difícil exprimir
Com palavras
Com actos
Para mim
Para com os outros
Ou outra
Outra coisa
Coisa que mais sou eu do que pessoa
Ah, merda
Estou para aqui a falar
Em vez de estar a estudar
Sim,
A fazer alguma coisa de jeito para com a sociedade
A fingir que sinto
A dizer coisas que parecem bonitas
Sobre coisas que são feias
Quando vividas como eu as vivo
Mal vivendo até
Não vivo o que quero viver
Por que não sei dizer
Provar
Cativar
A vida agarrar
Morder
Sinto que não sinto
O que devia sentir
Quando devia sentir
Por quem devia senir
Como devo sentir
O que sinto
É difícil exprimir
Com palavras
Com actos
Para mim
Para com os outros
Ou outra
Outra coisa
Coisa que mais sou eu do que pessoa
Ah, merda
Estou para aqui a falar
Em vez de estar a estudar
Sim,
A fazer alguma coisa de jeito para com a sociedade
A fingir que sinto
A dizer coisas que parecem bonitas
Sobre coisas que são feias
Quando vividas como eu as vivo
Mal vivendo até
Não vivo o que quero viver
Por que não sei dizer
Provar
Cativar
A vida agarrar
Morder
Aleatoriedade:
Esta merda não é aleatória como o caraças?
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
I'm so happy, cause today I found my friends. They're in my head.
Não me concentro nas palavras
Não consigo
Não estás cá
Comigo
Como devias estar
Pelo menos eu penso que devias
Sinto falta de existir contigo
Num só
Maior e mais pequeno
Do que sozinho
Não vale a pena
Não voltas
Pelo menos continuas a existir
Que eu saiba
Não sei hoje
De qualquer modo
Estou farto de não querer saber
Apesar de querer saber
Não é de ti que eu quero saber
Quero saber
Pertencer
Quero saber fazer falta
A quem não tem o que quer
Ou só não tem
O que precisa
Não consigo
Não estás cá
Comigo
Como devias estar
Pelo menos eu penso que devias
Sinto falta de existir contigo
Num só
Maior e mais pequeno
Do que sozinho
Não vale a pena
Não voltas
Pelo menos continuas a existir
Que eu saiba
Não sei hoje
De qualquer modo
Estou farto de não querer saber
Apesar de querer saber
Não é de ti que eu quero saber
Quero saber
Pertencer
Quero saber fazer falta
A quem não tem o que quer
Ou só não tem
O que precisa
segunda-feira, 1 de novembro de 2010
O ósculo não está implícito nem acontece.
Sou uma marioneta
nas mãos de quem me quiser controlar
Ou quem não quiser controla
sem querer alterar
O que talvez seja necessário
Não obrigatório, é claro
Mas o abrir o armário
e encontrar o que não quero
Não é preferível a preservar a dignidade
embora seja possível
não ser verdade
não estar à vontade
Para ser salvo
nas mãos de quem me quiser controlar
Ou quem não quiser controla
sem querer alterar
O que talvez seja necessário
Não obrigatório, é claro
Mas o abrir o armário
e encontrar o que não quero
Não é preferível a preservar a dignidade
embora seja possível
não ser verdade
não estar à vontade
Para ser salvo
Aleatoriedade:
Esta merda não é aleatória como o caraças?
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