Sinceramente não sei porque pensei escrever isto, baseando-me apenas na tua frase. Gostei dela, apesar de não gostar que ela exista. Foi curta, sucinta. Disse o que tinha a dizer.
Por um lado preocupa-te, rói as unhas, arranca o cabelo. Foi um erro não muito comum, um erro para o qual devias estar devidamente preparado e não deverias ter cometido. Ainda vais ficar muito tempo a pensar nesse erro crasso, se as suas repercussões no teu futuro forem grandes, e durarem um tempo que não estavas à espera de esperar.Odeia-te hoje e durante mais um bocado, mas um dia destes acorda e sorri por nada. O que nos leva ao outro lado.
Por outro lado esquece isso. Isso não é nada comparado com erros que vais cometer na tua vida e nem te apercebes do quão graves eles são quando os cometes efectivamente. Preocupa-te em te divertires, e aproveita as repercussões que vais sofrer para aprenderes uma lição importante para o futuro. E assim vais deixar de cometer alguns erros. Não sei se isto é um bom ou mau conselho, mas, de qualquer modo, é um conselho, segue-lo se te apetecer.
Fiz isto para ti, por causa dessa frase, por causa do teu acto, ou da ausência do teu acto. No entanto acho que isto se pode aplicar a muita gente, incluindo eu, que tenho cometido cada vez mais erros ultimamente. Ainda quero ver se aprendi alguma coisa com eles. Boa sorte e até um dia destes.
quarta-feira, 27 de junho de 2012
terça-feira, 19 de junho de 2012
Não cos vários deleites e infinitos, que afeminam os peitos generosos
Lembrei-me que existia esta caneta. É fina e pesadita, aprecio-a. Parece cara. Deve ser cara
Se fosse a vocês, lia isto a ouvir no fundo, baixinho, para a letra não atrapalhar, a música Two Kinds of Happiness dos The Strokes, está aqui o link, #soutãofofo
Não acredito que já passou mais de uma semana desde o concerto dos Azeitonas. O tempo tem andado muito depressa e eu simplesmente acho que não o tenho conseguido acompanhar. Talvez me falta ar puro, talvez me falta convívio a sério, mas estes dias estão a passar muito depressa e eu temo que não vá conseguir aproveitar aquelas que serão as últimas férias a sério. Acho que estou a escrever isto há pouco tempo, mas já deve ter passado meia-eternidade. Por este andar, vou chegar ao dim da minha vida e direi "meh, só isto?". É que eu pensava que aproveitava a vida ao máximo nos últimos tempos e agora vejo que o que vivo agora é só pouco mais que nada. São vitórias sem significada efectivo e desculpa citar-te Diego, mas tens razão, as derrotas não são feitas de verdadeira dor. O problema é que eu sinto todos a viverem e só eu fico assim, na berma da estrada, Ao menos ficasse aqui outra pessoa para me fazer companhia. Tenho antes que viver para escrever alguma coisa de jeito, importante ou pelo menos alguma coisa que interesse só a mim. Vamos ver se consigo, ou pelo menos tento.
Mais um exemplo típico da minha estadia neste mundo
Fausto
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