segunda-feira, 17 de maio de 2010

Tava eu e o Diogo Vasconcelos à porta do Instituto...

Era um galho preso na porta
Quando se abria não saía
Ou pelo menos parecia
Um galho de uma árvore morta

A árvore já estava torta
Mas nunca caía
O homem não traía
Mas o homem agora corta

O homem era o galho
A mulher era a fechadura
Ficarem juntos, a pena não valeu

O homem era um mangalho
A mulher tinha a cabeça dura
E o miúdo era eu

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