Nunca é tarde para ser
O que tentámos sempre parecer
Somos alguém
Que nunca fomos de facto
Não há tempo
Não há presente
Nem sequer se define o futuro
Por muito que a gente tente
Está bem, está bem
Já percebi, estou farto
Desisto antes de começar, é hábito
Ou talvez não.
Parem com frases feitas
São só frases feias
Não é por serem tão ditas
Que de repente se tornam bonitas
Mas fazem sentido quando não queremos
Quando queremos não há paciência
Muito menos há a decência
De tentar fazer sentido.
Não faz mal, mal não fez
Bem, nem faz diferença alguma
Mas como à terceira é de vez
Onde está a pergunta?
Pára, por favor.
domingo, 16 de junho de 2013
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