Não sei decifrar mensagens subentendidas
Nem percebo porque é que isso existe
Mas a ideia que persiste
É que tenho que ser eu o sincero
Os ingleses chamam-lhe subtexto
Só me parece um pretexto
Para procrastinar porque sim
Um dia destes faço um motim
Mensagens subliminares
Submersas sem sentido
Só me deixam baralhado
Nunca sei se sou só eu
A tombar para o teu lado
Nunca soube ler sinais
Sabem que mais? Nem sequer quero
Enquanto espero pelo teu passo
Arranjo espaço preparo o meu
Passo que nunca darei
Nestas coisas sou coxo
O meu talento, viste-lo
A minha definição está no título