Parece estar a chover
Ou é um animal que faz este som?
É estranho, parece computadorizado
Não parece nada concreto
De qualquer modo já parou
Nunca saberei o que foi aquilo
Hoje olhei para o passado
E reparei, que bem que eu tenho estado
Já não sofro de propósito
Já não o proponho porque sim
Só proponho aliterações
Que bem que me sabe
Apesar disso continuo
Continuo sem ser gente
Não sei ser persistente
Apaixono-me aleatoriamente
Cada dia uma pessoa diferente
Além das duas habituais
É isso, sejamos concretos
Penso constantemente num par
Outrora trio, mas comecei a achar
Que só porque sorrio quando a vejo passar
Não é razão para me deixar acreditar
Que um futuro é fácil de criar
Então fico na cabeça
Com duas, deprimido
Coincidência, não só na cabeça, também nos ouvidos
Porque além de ainda não ter decidido
Não compreendo como fazer algo em relação a isso
Não tenho também a noção de compromisso
E passo a vida a ver séries
A acreditar que o que vejo é real
Que é fácil encontrar uma Dawn ou uma Pam
Com quem me dê diariamente e que me ame
Se vou começar a rimar com o inglês
É melhor ficar por aqui
E esqueçam o segundo verso da segunda estrofe.
quinta-feira, 15 de agosto de 2013
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