segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Tinha saudades de pseudo-sonetos.

Não, não passa desta semana.

Morro um bocadinho por dentro
Tinha calor no outro dia
Está a acabar Novembro
E agora a temperatura está fria

Demasiado fria, que tremor
Mas estou mais confortável que aflito
Só com este frio ao meu redor
Vou em busca do que realmente necessito

Do que realmente me aquece
Não me canso de o dizer
O sentimento não falece

Queria que estivesses aqui
Vê o que me fizeste fazer
Provavelmente o centésimo poema sobre ti


terça-feira, 19 de novembro de 2013

Face volte

Não há calma.
Muito menos karma.

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Suspender o suspense

Tantas vezes te imaginei
Só te devo ter visto agora
A mim não me deves nada
A ti devo-te o mundo
Se alguma vez chegar a hora

O teu cabelo que começa
Sempre onde deve começar
Só acaba onde tu queres
Fica bem assim
Não lhe toco para não estragar

Mas olho para ele, para ti
Ambos feitos para eu sorrir
O teu sorriso não sei adjectivar
Nunca o consegui imaginar
Quanto mais definir

Posso falar dos teus olhos
Mesmo sendo um cliché
São lindos, mesmo fechados
Questiono-me se estás a dormir
Ou se só pensas. Pensas em quê?

Será que tens frequência para a semana
E estudas a matéria na cabeça?
Não fazes tu senão bem
Estudar é importante
É bom que ninguém se esqueça

Chegamos aos Restauradores
Parece que é aqui sais
Por um lado é bom
Terei saudades, mas se aqui continuasses
Começava a descrever as tuas fossas nasais

E nem são nada de mais

Oh, desenvolturada rapariga aleatória do metropolitano
És tu quem faz de mim um ser humano
Começou agora a peça e já caiu o pano

Para a próxima, é nos Restauradores que eu saio
Não me chega olhar para ti de soslaio
E é assim que eu me distraio

Boa tarde.

Senseless

Não sei nada, nunca soube
Soube melhor quando subiu
Um sabre afiado corta-me o senso
Mais que quando ela se riu

Chego a casa com saudades
Mas não sei como hei-de as matar
Que só quando me afasto
Ela parece querer se aproximar

O pior não é a fama
Penso para mim, por vezes
Sinto o seu cheiro na minha cama
E não cá vem há dois meses

Não sei ainda se quero ganhar
Ou continuar a jogar
O que é que é mais capaz de desgastar?
Quero esse

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

Tanto mistério...

Marimba ou marinheiro?

O meu problema és tu
O maior problema sou eu
Porque o meu problema é pensar
Que é pena não ser problema teu

O meu problema é interagir
O meu problema é reagir
Mas o maior problema a reter
É saber quando devo agir, e não o fazer

Tenho dúvidas, todos temos
Tenho dúvidas se dúvidas tenho
Se eu amo mais quando me despeço
Ou se amo mais quando venho

De qualquer modo é estranho
De qualquer modo ser um estranho