Um algo desvendável
Não sei ver à primeira
O redor do que está em redor
Está muito longe
Muito longe para quem quer
mas demasiado perto para quem precisa
Eu quero
Não querer
Mas não preciso
De que serve
Não querer?
Merda de poemas iguais
Merda de pessoa igual que eu sou
Merda de sofrimento igual
Merda, não evoluo.
Merda, digo asneiras
Merda, sinto o que não quero sentir
Merda, o meu cérebro tem livre-arbítrio
Merda, sou insensível porque disse o cérebro e não o coração
Merda, Vos Estis Sal Terrae
Merda, Este blogue é um sermão de Santo António aos Peixes
Merda, Vos Nescitis Quidquam
Merda, não sei nada sobre nada
Merda, tenho sorte ao jogo quando não quero ter sorte
Merda, tenho azar ao amor quando não quero ter azar
Merda, mas do que é que eu preciso?
quarta-feira, 8 de dezembro de 2010
sexta-feira, 3 de dezembro de 2010
O tópico (tchii men ganda trocadilho)
Ontem fiz anos
Isto de acordo com uma rede social
Houve muitas pessoas que me desejaram os parabéns
Agradeço
O tópico do qual queria conversar
É mais utópico que um tópico
É utópico aos olhos de alguma gente
Como eu
Mas é o tópico de conversa de eleição de muita gente
Não eu
É utópico para mim porque não quero que seja um tópico
Embora às vezes acabe por ser
Se vivesse num trópico,
talvez o tópico não seria utópico
Esforço parvo para rimar eu sei,
mas encontrando um trocadilho, não paro pá!
Por acaso nem faço a mínima ideia
Que tópico é este.
Talvez nem seja utópico.
Eu sei qual é o tópico.
Espero que não seja utópico.
Isto de acordo com uma rede social
Houve muitas pessoas que me desejaram os parabéns
Agradeço
O tópico do qual queria conversar
É mais utópico que um tópico
É utópico aos olhos de alguma gente
Como eu
Mas é o tópico de conversa de eleição de muita gente
Não eu
É utópico para mim porque não quero que seja um tópico
Embora às vezes acabe por ser
Se vivesse num trópico,
talvez o tópico não seria utópico
Esforço parvo para rimar eu sei,
mas encontrando um trocadilho, não paro pá!
Por acaso nem faço a mínima ideia
Que tópico é este.
Talvez nem seja utópico.
Eu sei qual é o tópico.
Espero que não seja utópico.
quinta-feira, 25 de novembro de 2010
Já pensei nisto hoje
Pensar no futuro
Sem esquecer o presente
Viver o presente
Sem esquecer o futuro
São as duas difíceis
Queremos fazer tudo
Queremos fazer mais alguma coisa
Do que tudo
E o passado?
Para que serve?
Para aprendermos com os erros,
Talvez
Este poema é estúpido,
Nevermind
Sem esquecer o presente
Viver o presente
Sem esquecer o futuro
São as duas difíceis
Queremos fazer tudo
Queremos fazer mais alguma coisa
Do que tudo
E o passado?
Para que serve?
Para aprendermos com os erros,
Talvez
Este poema é estúpido,
Nevermind
Aleatoriedade:
Nova era de aleatoriedade não rimática na sua maioria
sábado, 13 de novembro de 2010
Porventura faça
Li o que queria ler na primeira página
Para quê ler mais?
Para quê arranjar explicações
Para algo inexplicável?
Para quê ler mais?
Para quê arranjar explicações
Para algo inexplicável?
Aleatoriedade:
Nova era de aleatoriedade não rimática na sua maioria
domingo, 7 de novembro de 2010
Bicho
Sim, eu sou um bicho
Sinto que não sinto
O que devia sentir
Quando devia sentir
Por quem devia senir
Como devo sentir
O que sinto
É difícil exprimir
Com palavras
Com actos
Para mim
Para com os outros
Ou outra
Outra coisa
Coisa que mais sou eu do que pessoa
Ah, merda
Estou para aqui a falar
Em vez de estar a estudar
Sim,
A fazer alguma coisa de jeito para com a sociedade
A fingir que sinto
A dizer coisas que parecem bonitas
Sobre coisas que são feias
Quando vividas como eu as vivo
Mal vivendo até
Não vivo o que quero viver
Por que não sei dizer
Provar
Cativar
A vida agarrar
Morder
Sinto que não sinto
O que devia sentir
Quando devia sentir
Por quem devia senir
Como devo sentir
O que sinto
É difícil exprimir
Com palavras
Com actos
Para mim
Para com os outros
Ou outra
Outra coisa
Coisa que mais sou eu do que pessoa
Ah, merda
Estou para aqui a falar
Em vez de estar a estudar
Sim,
A fazer alguma coisa de jeito para com a sociedade
A fingir que sinto
A dizer coisas que parecem bonitas
Sobre coisas que são feias
Quando vividas como eu as vivo
Mal vivendo até
Não vivo o que quero viver
Por que não sei dizer
Provar
Cativar
A vida agarrar
Morder
Aleatoriedade:
Esta merda não é aleatória como o caraças?
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
I'm so happy, cause today I found my friends. They're in my head.
Não me concentro nas palavras
Não consigo
Não estás cá
Comigo
Como devias estar
Pelo menos eu penso que devias
Sinto falta de existir contigo
Num só
Maior e mais pequeno
Do que sozinho
Não vale a pena
Não voltas
Pelo menos continuas a existir
Que eu saiba
Não sei hoje
De qualquer modo
Estou farto de não querer saber
Apesar de querer saber
Não é de ti que eu quero saber
Quero saber
Pertencer
Quero saber fazer falta
A quem não tem o que quer
Ou só não tem
O que precisa
Não consigo
Não estás cá
Comigo
Como devias estar
Pelo menos eu penso que devias
Sinto falta de existir contigo
Num só
Maior e mais pequeno
Do que sozinho
Não vale a pena
Não voltas
Pelo menos continuas a existir
Que eu saiba
Não sei hoje
De qualquer modo
Estou farto de não querer saber
Apesar de querer saber
Não é de ti que eu quero saber
Quero saber
Pertencer
Quero saber fazer falta
A quem não tem o que quer
Ou só não tem
O que precisa
segunda-feira, 1 de novembro de 2010
O ósculo não está implícito nem acontece.
Sou uma marioneta
nas mãos de quem me quiser controlar
Ou quem não quiser controla
sem querer alterar
O que talvez seja necessário
Não obrigatório, é claro
Mas o abrir o armário
e encontrar o que não quero
Não é preferível a preservar a dignidade
embora seja possível
não ser verdade
não estar à vontade
Para ser salvo
nas mãos de quem me quiser controlar
Ou quem não quiser controla
sem querer alterar
O que talvez seja necessário
Não obrigatório, é claro
Mas o abrir o armário
e encontrar o que não quero
Não é preferível a preservar a dignidade
embora seja possível
não ser verdade
não estar à vontade
Para ser salvo
Aleatoriedade:
Esta merda não é aleatória como o caraças?
quinta-feira, 21 de outubro de 2010
Semana e meia de atolamento sentimental merdoso
Já devia ter esquecido
Ou esquecer-me de me esquecer
Para me lembrar que o mundo não acabou
Ainda mal começou
Tenho que esperar
Que o destino seja favorável
Que seja favorável aos desejos
que desejo, intensamente
Permanentemente
Não me vou esquecer
Ainda há-de acontecer
Ou não
Mas será por alguma razão
Muito forte para perder
Toda uma vontade
De querer
Ou não
Mas agora, agora
Nada a fazer
Pensar no futuro
E o presente viver.
Ou esquecer-me de me esquecer
Para me lembrar que o mundo não acabou
Ainda mal começou
Tenho que esperar
Que o destino seja favorável
Que seja favorável aos desejos
que desejo, intensamente
Permanentemente
Não me vou esquecer
Ainda há-de acontecer
Ou não
Mas será por alguma razão
Muito forte para perder
Toda uma vontade
De querer
Ou não
Mas agora, agora
Nada a fazer
Pensar no futuro
E o presente viver.
quarta-feira, 13 de outubro de 2010
Como o copo está meio vazio, é melhor agarrar num copo pequenino e enchê-lo completamente com a água que há no copo grande
Não me sai da cabeça o facto de ser parvo. Não saber falar quando devo e falar demasiado quando palavras não são necessárias. Já me esqueci de me lembrar de voltar a ser. De voltar atrás. E dizer cedo, pela manhã, não pelas 6 da tarde. A metáfora que me persegue é a dor do que não dói mas sente. Sente mal por quem sente. Quer dizer sente bem, mas às vezes o cérebro não manda. O coração em vez de sentir, ficava era sentado à espera que outro caísse de para-quedas no seu colo, e pronto era assim a vida. Mas não tem piada isso assim também. Era bom haver meio-termo e é provável que até haja mas para mim, por mim ainda não. Haja a vontade de voltar a falar, a confortar, a compreender e pensar que se procurar vai aparecer outro igual ou oposto que me vai falar, confortar e compreender tal como eu faço, fiz, faria ou farei, independentemente de quem seja. Talvez o meu coração caia de para-quedas ao pé de outro e digam olá e depois logo se vê. Agora vou gritar, por saber que não sei sentir, não, ser sentido, compreendido, comprometido perante um mundo igual a si mesmo. Agora vou gritar por fazer prosa que com um ritmo definido às vezes parece poesia, o que eu fazia por ter garantido um para-quedas agora, para mais tarde garantir a felicidade a nível sentimental, o que é normal pedir para quem quer então um coração a bater, a reflectir outro amor que não é mais que sentir.
Aleatoriedade:
Prosa rápida devido a acontecimentos
quinta-feira, 23 de setembro de 2010
Papanamericano extremamente longo, o qual ninguém se vai dar ao trabalho de ler :D
A vida é demasiado curta
Não fazemos o que queremos fazer
Quando queremos fazer
Ou não fazemos mesmo
Quando temos que fazer algo
Não queremos fazer
Se queremos fazer mas não podemos
Talvez façamos
Quando não temos coragem para fazer algo
Escrevemos isso num blogue para nos lembrarmos
Mas acabamos por nunca fazer
Porque não
E não há outra razão
"A razão: não há razões"
Justificação que às vezes parece ser a melhor a dar
Mas claro que não é
Porque temos sempre amor para dar a alguém
Nem que seja a nós mesmos
Ou não
Porque há quem ame mais que a própria vida
Eu não
Gosto de comparar
Buracos no coração
Não está certo
Que está certo
Visto que não está certo
Arrependo-me sinceramente de tudo o que fiz
Podia ter feito melhor
Podia ter feito mais vezes
Podia ter feito com mais vontade
Podia não o ter feito
Mas arrependo-me mais do que não fiz
E do que não faço
E do que não digo
E do que não direi
Paz
De espírito
Não existe
Aqui
Paz é vago
Paz é sobrevalorizado
Poucas vezes
Vale a pena ser
Sinto que tudo
Acabou
Antes de começar
Antes de se abrir a porta
Não está aberta uma janela
Não vai abrir
E a porta está trancada
Não dá para entrar
Ou sair
A questão está em saber se estamos
Fora ou dentro
A questão está em saber se estamos
Sequer num raio de 50 quilómetros do que o que a porta abre
Mas porquê, se não se abre?
Não fazemos o que queremos fazer
Quando queremos fazer
Ou não fazemos mesmo
Quando temos que fazer algo
Não queremos fazer
Se queremos fazer mas não podemos
Talvez façamos
Quando não temos coragem para fazer algo
Escrevemos isso num blogue para nos lembrarmos
Mas acabamos por nunca fazer
Porque não
E não há outra razão
"A razão: não há razões"
Justificação que às vezes parece ser a melhor a dar
Mas claro que não é
Porque temos sempre amor para dar a alguém
Nem que seja a nós mesmos
Ou não
Porque há quem ame mais que a própria vida
Eu não
Gosto de comparar
Buracos no coração
Não está certo
Que está certo
Visto que não está certo
Arrependo-me sinceramente de tudo o que fiz
Podia ter feito melhor
Podia ter feito mais vezes
Podia ter feito com mais vontade
Podia não o ter feito
Mas arrependo-me mais do que não fiz
E do que não faço
E do que não digo
E do que não direi
Paz
De espírito
Não existe
Aqui
Paz é vago
Paz é sobrevalorizado
Poucas vezes
Vale a pena ser
Sinto que tudo
Acabou
Antes de começar
Antes de se abrir a porta
Não está aberta uma janela
Não vai abrir
E a porta está trancada
Não dá para entrar
Ou sair
A questão está em saber se estamos
Fora ou dentro
A questão está em saber se estamos
Sequer num raio de 50 quilómetros do que o que a porta abre
Mas porquê, se não se abre?
Aleatoriedade:
Nova era de aleatoriedade não rimática na sua maioria
terça-feira, 7 de setembro de 2010
Outra vez
Outra vez
Ia dar
Não deu
O problema
Sou eu
Encolho-me antes
De tentar
Às vezes
Nem começar
A dizer
A falar
A voltar
A ser
Feliz
Outra vez
Ia dar
Não deu
O problema
Sou eu
Encolho-me antes
De tentar
Às vezes
Nem começar
A dizer
A falar
A voltar
A ser
Feliz
Outra vez
Aleatoriedade:
Nova era de aleatoriedade não rimática na sua maioria
terça-feira, 31 de agosto de 2010
Problema de expressão
Parece simples
Não é
Falar é fácil
Quando falar não importa
Quando é preciso falar
Quando é preciso dizê-lo
Não dá
Não sai
Guarda-mo-lo para nós até ser tarde demais
Quando dá não vale a pena
Quando sai, não vale a pena
Ou vale?
Não é
Falar é fácil
Quando falar não importa
Quando é preciso falar
Quando é preciso dizê-lo
Não dá
Não sai
Guarda-mo-lo para nós até ser tarde demais
Quando dá não vale a pena
Quando sai, não vale a pena
Ou vale?
Aleatoriedade:
Nova era de aleatoriedade não rimática na sua maioria
domingo, 22 de agosto de 2010
Tenho sono.
Tenho sono às 5 da tarde
Isto não é normal
Acho que vou para a cama
Antes que me sinta pior
Espero encontrar-te num sonho
Já que não te encontro cá fora
Cá dentro é demasiado fácil
Mas não faz mal
Faz é falta
Isto não é normal
Acho que vou para a cama
Antes que me sinta pior
Espero encontrar-te num sonho
Já que não te encontro cá fora
Cá dentro é demasiado fácil
Mas não faz mal
Faz é falta
Aleatoriedade:
Nova era de aleatoriedade não rimática na sua maioria
sábado, 21 de agosto de 2010
Isto não é poesia, bebé
Tenho noção de ser rei
Nesta terra de cegos
mas há uma coisa que não sei:
que fazer em relação aos egos?
Gente aí a pensar que é mais que os outros
Só porque tem mais disto e daquilo
Mas até compensa com a falta de cérebro
Eu digo isto mas sou pior
É aguentar com isto
Viver
Ora, só para isso vale a pena
Adormecer
A pensar que fizemos algum bem na vida terrena
Isto não é poesia
São gritos mudos procrastinados
Procrastinados por mim e por muitos
Aqueles que afinal não querem ficar parados
Nesta terra de cegos
mas há uma coisa que não sei:
que fazer em relação aos egos?
Gente aí a pensar que é mais que os outros
Só porque tem mais disto e daquilo
Mas até compensa com a falta de cérebro
Eu digo isto mas sou pior
É aguentar com isto
Viver
Ora, só para isso vale a pena
Adormecer
A pensar que fizemos algum bem na vida terrena
Isto não é poesia
São gritos mudos procrastinados
Procrastinados por mim e por muitos
Aqueles que afinal não querem ficar parados
Aleatoriedade:
Nova era de aleatoriedade não rimática na sua maioria
quarta-feira, 23 de junho de 2010
Então e os Diabo na Cruz que vêm a Torres Novas dia 6 mas no myspace deles diz dia 3, por isso vão a ver eles aparecem mais cedo?
Longo é
O caminho
Longa é
A estrada
Dirige-nos para o infinito
Acabando por nos levar a nada
O caminho
Longa é
A estrada
Dirige-nos para o infinito
Acabando por nos levar a nada
Aleatoriedade:
Muito aleatório... só que já foi mais
Fight to get it back again..
Peco por saber que sei sem fazer nada
Sem querer entro e saio de mim
Devido ao efeito da cevada
Tratada
Trato-me Assim
Não olho a meios para atingir o fim
Podia dar mais de mim
Pois, acho que sim
Isto dá merda.
Sem querer entro e saio de mim
Devido ao efeito da cevada
Tratada
Trato-me Assim
Não olho a meios para atingir o fim
Podia dar mais de mim
Pois, acho que sim
Isto dá merda.
Aleatoriedade:
Muito aleatório... só que já foi mais
terça-feira, 1 de junho de 2010
17... lol
Gosto de dísticos
São característicos
De alguém que não faz nada de jeito
E por isso eu aproveito
Já começa a entardecer
E sono já começo a ter
Já agora Joana, obrigado
E claro também ao Morgado
Mas como foste a um páis de Leste
Tenho uma visita ao blogue da Lituânia, um golpe de mestre
Porque as pessoas vêem
Mas também sentem
Que este versos são interessantes
Pensam que valem diamantes
Mas estão errados, claro
Não têm muito bom faro
Porque este blogue só tem
Ideias só com pai, sem mãe
Vindas da cabeça de um puto
Que parece que vive eternamente de luto
Dizem que sabe tudo
Mas sim, não passa de um miúdo
Descarga tudo para um sítio na net
E nem com uma certa frequência la mete
Faz isto só para seu bel-prazer
Apesar de poemas não saber fazer
Esse miúdo é inteligente
E raramente mente
Esse miúdo nasceu
Esse miúdo sou eu
E neste poema só rimo
Para o número de dísticos ser um número primo
E porque amo o número 17
Mas isso nem muita graça mete
São característicos
De alguém que não faz nada de jeito
E por isso eu aproveito
Já começa a entardecer
E sono já começo a ter
Já agora Joana, obrigado
E claro também ao Morgado
Mas como foste a um páis de Leste
Tenho uma visita ao blogue da Lituânia, um golpe de mestre
Porque as pessoas vêem
Mas também sentem
Que este versos são interessantes
Pensam que valem diamantes
Mas estão errados, claro
Não têm muito bom faro
Porque este blogue só tem
Ideias só com pai, sem mãe
Vindas da cabeça de um puto
Que parece que vive eternamente de luto
Dizem que sabe tudo
Mas sim, não passa de um miúdo
Descarga tudo para um sítio na net
E nem com uma certa frequência la mete
Faz isto só para seu bel-prazer
Apesar de poemas não saber fazer
Esse miúdo é inteligente
E raramente mente
Esse miúdo nasceu
Esse miúdo sou eu
E neste poema só rimo
Para o número de dísticos ser um número primo
E porque amo o número 17
Mas isso nem muita graça mete
It's the depressive moment... of the day
A Guiza disse para eu fazer algo inovador
Mas se calhar não consigo
Talvez seja para eu fazer algo sem dor
Mas vá interesso-me e sigo
Ninguem faz poemas com "lol"
Por isso vou efectuá-lo
Apesar de estar muito mole
E de as ideias irem todas pelo ralo
"Lol, és buéda xD"
"lolz tu é que és"
"Ah mas quem não sabe não lê"
"E tu cheiras mal dos pés"
Isto foi deveras deprimente
Mas se calhar não consigo
Talvez seja para eu fazer algo sem dor
Mas vá interesso-me e sigo
Ninguem faz poemas com "lol"
Por isso vou efectuá-lo
Apesar de estar muito mole
E de as ideias irem todas pelo ralo
"Lol, és buéda xD"
"lolz tu é que és"
"Ah mas quem não sabe não lê"
"E tu cheiras mal dos pés"
Isto foi deveras deprimente
segunda-feira, 31 de maio de 2010
Se sonetos são só sete sei sem saber se sou sábio
Já não sei o que fazer
Não se isto vai sair da cepa torta
Não sei se consigo sobreviver
Antes de ser aberta outra porta
Já faltou mais
O Português, o Inglês e até o Esperanto
Falta pouco mas não sei se aguento
O Esperanto não, minto
Para o Esperanto nem estou pronto
Já não penso assim tanto
Estou a diminuir o meu contentamento
Isto não vai lá nem com bagaço nem vinho tinto
Ao menos se houvesse realmente soma
Isso qualquer um toma
E por ele passaria mais oxigénio
Que por um estoma
Já não sou um poeta nem um génio
Já estou completamente tonto
E neste poema ponho ponto
.
Não se isto vai sair da cepa torta
Não sei se consigo sobreviver
Antes de ser aberta outra porta
Já faltou mais
O Português, o Inglês e até o Esperanto
Falta pouco mas não sei se aguento
O Esperanto não, minto
Para o Esperanto nem estou pronto
Já não penso assim tanto
Estou a diminuir o meu contentamento
Isto não vai lá nem com bagaço nem vinho tinto
Ao menos se houvesse realmente soma
Isso qualquer um toma
E por ele passaria mais oxigénio
Que por um estoma
Já não sou um poeta nem um génio
Já estou completamente tonto
E neste poema ponho ponto
.
Aleatoriedade:
Esta merda não é aleatória como o caraças?
segunda-feira, 24 de maio de 2010
Epá, apeteceu-me...
Que qualidade é que uma vuvuzela tem?
Não é com isto que ganhamos o Mundial
Mas sim com gajas boas a apoiar
Que apesar da nossa confiança melhorar
É por elas que as vezes um homem
fica pior que mal.
Não é com isto que ganhamos o Mundial
Mas sim com gajas boas a apoiar
Que apesar da nossa confiança melhorar
É por elas que as vezes um homem
fica pior que mal.
Dêem vocês um título.
Ainda bem que acabei
E nunca mais lá voltei
Agora é diferente
Já são robôs, não são gente
Estão todos viciados
E nunca sabemos quem lança os dados
Enquanto o fazia não pensava
Mas já pensei menos e nem amava
Eu até gostei
Mas ainda bem que parei
Nem tudo foi em vão
Porque penso que sim mas acho que não
E nunca mais lá voltei
Agora é diferente
Já são robôs, não são gente
Estão todos viciados
E nunca sabemos quem lança os dados
Enquanto o fazia não pensava
Mas já pensei menos e nem amava
Eu até gostei
Mas ainda bem que parei
Nem tudo foi em vão
Porque penso que sim mas acho que não
Aleatoriedade:
Esta merda não é aleatória como o caraças?
sábado, 22 de maio de 2010
Então e os Anaquim que vêm a Torres Novas?
Antigamente era diferente
Hoje já não faz diferença
Quer seja ou só pareça
Agora tudo se faz rapidamente
A mentira é feita subtilmente
A sinceridade está sempre tensa
Não há momento que vença
Está e estará sempre ausente
O que foi o ontem?
O que é o hoje?
O que será o amanhã?
Embora as flores ainda despontem
Os bons tempos vão lá longe
E a busca da verdade será sempre vã
Hoje já não faz diferença
Quer seja ou só pareça
Agora tudo se faz rapidamente
A mentira é feita subtilmente
A sinceridade está sempre tensa
Não há momento que vença
Está e estará sempre ausente
O que foi o ontem?
O que é o hoje?
O que será o amanhã?
Embora as flores ainda despontem
Os bons tempos vão lá longe
E a busca da verdade será sempre vã
Aleatoriedade:
Muito aleatório... só que já foi mais
terça-feira, 18 de maio de 2010
dezanove vírgula oito...
Vale a pena isto tudo?
Vale a pena a vida em si?
Quer comece em dó, ré ou mi
Ou com alguém a bater palmas, porque é mudo
Ou alguém com um bigode farfalhudo
Como um homem que eu um dia vi
Olhou para mim de lado quando me ri
Não deve saber o que é o Entrudo
Rafiki, esse é que era bom
Apesar de ser só uma personagem
é melhor que muita gente
Mas não é de bom tom
Ficar preso a uma imagem
É melhor cantar algo diferente
Vale a pena a vida em si?
Quer comece em dó, ré ou mi
Ou com alguém a bater palmas, porque é mudo
Ou alguém com um bigode farfalhudo
Como um homem que eu um dia vi
Olhou para mim de lado quando me ri
Não deve saber o que é o Entrudo
Rafiki, esse é que era bom
Apesar de ser só uma personagem
é melhor que muita gente
Mas não é de bom tom
Ficar preso a uma imagem
É melhor cantar algo diferente
Aleatoriedade:
Muito aleatório... só que já foi mais
segunda-feira, 17 de maio de 2010
Tava eu e o Diogo Vasconcelos à porta do Instituto...
Era um galho preso na porta
Quando se abria não saía
Ou pelo menos parecia
Um galho de uma árvore morta
A árvore já estava torta
Mas nunca caía
O homem não traía
Mas o homem agora corta
O homem era o galho
A mulher era a fechadura
Ficarem juntos, a pena não valeu
O homem era um mangalho
A mulher tinha a cabeça dura
E o miúdo era eu
Quando se abria não saía
Ou pelo menos parecia
Um galho de uma árvore morta
A árvore já estava torta
Mas nunca caía
O homem não traía
Mas o homem agora corta
O homem era o galho
A mulher era a fechadura
Ficarem juntos, a pena não valeu
O homem era um mangalho
A mulher tinha a cabeça dura
E o miúdo era eu
Aleatoriedade:
Muito aleatório... só que já foi mais
sábado, 15 de maio de 2010
Eu não tenho a certeza se tu és a alegria ou se és a tristeza
Afinal às 20:00 os sonetos não porei
Porque pode-me apetecer por depois ou antes
Estórias sobre pessoas e os seus amantes
Ou sobre um castelo e o seu rei
Mas assim tão medieval não serei
Também não falarei de infantes
Desculpem falar de termos medievais, mas não arranjei nada para rimar com antes
E pôr mais que um soneto por dia eu também poderei
Este soneto foi mesmo estúpido
Intrigante
Aleatoriamente efectuado
Foi insípido
Deveras repugnante
E até a mim provoca enfado :/
Porque pode-me apetecer por depois ou antes
Estórias sobre pessoas e os seus amantes
Ou sobre um castelo e o seu rei
Mas assim tão medieval não serei
Também não falarei de infantes
Desculpem falar de termos medievais, mas não arranjei nada para rimar com antes
E pôr mais que um soneto por dia eu também poderei
Este soneto foi mesmo estúpido
Intrigante
Aleatoriamente efectuado
Foi insípido
Deveras repugnante
E até a mim provoca enfado :/
sexta-feira, 14 de maio de 2010
...e a minha vida parou na letra S
Era uma vez um menino
Leonardo era como se chamava
Ele podia, mas não tentava
Porque não tem lá muito tino
De corpo, não é lá muito fino
Mas mai novo andebol jogava
Depois, trompete e guitarra tocava
Mas consegue fazer o pino
Ele quis fazer um blog
Com aquilo a que ele chamava pseudo-sonetos
porque não tinham a métrica certa
Todos os dias terá que fazer log
In, porque apesar destes versos se terem tornado obsoletos
Ele vai po-los aqui diariamente, às 20:00 (e não às 8, como diria a Juu xD) mais coisa menos coisa, quando a fome aperta.
Leonardo era como se chamava
Ele podia, mas não tentava
Porque não tem lá muito tino
De corpo, não é lá muito fino
Mas mai novo andebol jogava
Depois, trompete e guitarra tocava
Mas consegue fazer o pino
Ele quis fazer um blog
Com aquilo a que ele chamava pseudo-sonetos
porque não tinham a métrica certa
Todos os dias terá que fazer log
In, porque apesar destes versos se terem tornado obsoletos
Ele vai po-los aqui diariamente, às 20:00 (e não às 8, como diria a Juu xD) mais coisa menos coisa, quando a fome aperta.
Subscrever:
Comentários (Atom)