Passam os dias, eu permaneço
Não me esforço, mas não me esqueço
De ti, ó musa indefinida
Complicada mas divertida
Não te conheço, não te espero
Mas para mim não és menos que vida
A vida hisurta e prometida
Dá-me um sinal
Vem ter comigo
Visita-me de um modo subliminar
Não faz mal
Depois já não falo, não digo
O quanto te poderia amar
Não te acanhes
Quero que te empenhes
O mínimo
Não espero
Mas és só tu quem eu quero
Ó musa indefinida
Ah, a felicidade perdida
Antes de ter sido tida
Ou então odeia-me
Não me deixes na dúvida, no purgatório
Faz algo aleatório
Mas faz algo, que já não tenho forças
Talvez nunca tenha tido
Estou mesmo arrependido
Do toque inferior
Nunca pensei que me causasse esta dor
Dor psicológica
Que mesmo sem ser lógica
Fere e arde
Já estou a especificar
É melhor parar
Por agora
quinta-feira, 22 de março de 2012
domingo, 11 de março de 2012
Retoma, talvez
O último post foi demasiado objetivo. Sinceramente, era esse o objetivo. Juro que não volto a postar ébrio.
Antes ter e depois não ter
Que nunca ter tido
Maior é o sofrimento de não conhecer
Que perder o amado
Enlacemos, vá lá
__________________________________________
Antes ter e depois não ter
Que nunca ter tido
Maior é o sofrimento de não conhecer
Que perder o amado
Enlacemos, vá lá
__________________________________________
domingo, 4 de março de 2012
O tempo é relativo
Há gente que percebe tanto disto
Eu fingo que percebo e rio-me
E sou estúpido
Isto não é poesia
Queria falar
Queria conversar
Mas não consigo
Sinto-me enjoado quando a vejo
Talvez seja só o desejo
Ansiar aquele beijo
Talvez só aquele olhar
Nem era preciso namorar
Esqueçam fãs
Acabou-se os porquês, os ãs
Estou farto disto tudo
É o tempo, dizem eles
Pensa com calma, amigo eu
Quando tiveres uma ideia fixa, faz
Actua
Tens saudades de saber quem ela é
Tens saudades de a descobrir
Isto já não tem piada, amigo eu
Há quem perceba tanto disto
E tu questionas-te
Há que perceba tanto disto
E eu tenho tanto medo
Que o medo me persegue
E me faz doer tanto
Me faz ter tanta vontade de viver no mundo aparente
De acordar às sete da manhã
Só para ficar até ao meio-dia a sonhar
A ver um mundo perfeito contigo
Ó ser que não conheço
E que queria conhecer
E que queria só ver mais que um segundo
E queria só dizer-te um olá tão momentâneo
E tão importante
E adeus ser
E adeus eu
Tenho saudades do que nunca tive
E quero-te só para mim
Adeus fãs
Adeus eu
Adeus tu
Fazes os dias mais felizes
Mesmo pensando que eu não existo fazes-me feliz
É tudo tão fácil
Dorme bem então
Cara amiga, caro amor
Sinto-te tão longe
Fui tão parvo
Eu mal te conheço
Conheço-te através de um pequeno ecrã
E sinto que já te quero amar tanto
Por favor diz-me algo se achares se isto é para ti.
Eu fingo que percebo e rio-me
E sou estúpido
Isto não é poesia
Queria falar
Queria conversar
Mas não consigo
Sinto-me enjoado quando a vejo
Talvez seja só o desejo
Ansiar aquele beijo
Talvez só aquele olhar
Nem era preciso namorar
Esqueçam fãs
Acabou-se os porquês, os ãs
Estou farto disto tudo
É o tempo, dizem eles
Pensa com calma, amigo eu
Quando tiveres uma ideia fixa, faz
Actua
Tens saudades de saber quem ela é
Tens saudades de a descobrir
Isto já não tem piada, amigo eu
Há quem perceba tanto disto
E tu questionas-te
Há que perceba tanto disto
E eu tenho tanto medo
Que o medo me persegue
E me faz doer tanto
Me faz ter tanta vontade de viver no mundo aparente
De acordar às sete da manhã
Só para ficar até ao meio-dia a sonhar
A ver um mundo perfeito contigo
Ó ser que não conheço
E que queria conhecer
E que queria só ver mais que um segundo
E queria só dizer-te um olá tão momentâneo
E tão importante
E adeus ser
E adeus eu
Tenho saudades do que nunca tive
E quero-te só para mim
Adeus fãs
Adeus eu
Adeus tu
Fazes os dias mais felizes
Mesmo pensando que eu não existo fazes-me feliz
É tudo tão fácil
Dorme bem então
Cara amiga, caro amor
Sinto-te tão longe
Fui tão parvo
Eu mal te conheço
Conheço-te através de um pequeno ecrã
E sinto que já te quero amar tanto
Por favor diz-me algo se achares se isto é para ti.
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