Passam os dias, eu permaneço
Não me esforço, mas não me esqueço
De ti, ó musa indefinida
Complicada mas divertida
Não te conheço, não te espero
Mas para mim não és menos que vida
A vida hisurta e prometida
Dá-me um sinal
Vem ter comigo
Visita-me de um modo subliminar
Não faz mal
Depois já não falo, não digo
O quanto te poderia amar
Não te acanhes
Quero que te empenhes
O mínimo
Não espero
Mas és só tu quem eu quero
Ó musa indefinida
Ah, a felicidade perdida
Antes de ter sido tida
Ou então odeia-me
Não me deixes na dúvida, no purgatório
Faz algo aleatório
Mas faz algo, que já não tenho forças
Talvez nunca tenha tido
Estou mesmo arrependido
Do toque inferior
Nunca pensei que me causasse esta dor
Dor psicológica
Que mesmo sem ser lógica
Fere e arde
Já estou a especificar
É melhor parar
Por agora
quinta-feira, 22 de março de 2012
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