quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Samir Nasri

Vou experimentar fazer um texto corrido, que isto de parecer bonito e não o ser não tem piada nenhuma. Deste modo não vai ser nem parecer bonito.

Sou um gajo que faz promessas a mim mesmo com certa frequência.

Sou um gajo que faz promessas a outras pessoas com demasiada frequência. Raramente cumpro ambos os tipos. Mas quando faço uma promessa costumo pensar no assunto, mais depois do que antes. Só fazendo promessas me apercebo do que é importante na minha vida. Porque só após fazer uma promessa apercebo-me se quero ou não fazer tal coisa. Quer me faça bem ou mal. De qualquer modo, após fazer uma promessa cumpro-a durante cerca de uma semana. Durante cerca de uma semana pondero as decisões que tomo. Durante cerca de uma semana tenho a certeza do que estou a fazer. Depois disso, vivo um bocado ao sabor do vento. Nem sequer me sabe bem. Quer dizer, não me sabe a nada. Talvez não tenha sonhos demasiado concretos. Talvez até tenha, mas não tenho razão concreta para lutar. Talvez até tenha, mas não me apetece. Porque fazer nada sabe melhor do que fazer algo. Prefiro comer uma coisa que não saiba a nada do que um limão. Apesar disso faço promessas. Promessas que sei que não vou cumprir. E passado uma semana apercebo-me que posso magoar alguém que não eu. E passado outra semana esqueço-me disso. E passado outra semana sou capaz de fazer outra promessa. Talvez a mesma.

E como agora pus-me a ver merdas no facebook, perdi o raciocínio.

Resto de boa tarde.

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