domingo, 18 de novembro de 2012

Crónicas Ferroviárias #03

Porquê?
Porque estou aborrecido, claro!
Quando é que há uma razão minimamente forte...?
E talvez porque tenha visto alguém giro.
É também uma boa razão.

Sorri, fiz rir
Dormi menos que dormir
Decentemente
De mente, estou calmo
Demente também, no entanto
Não é tanto por ter sido pouco
Foi mais que o costume
Foste menos que o costume
Mas mais longe
Mais que longe
Fora de qualquer sítio
Considerado longe
E fico siderado
Com plexos
Complexos
De longe
De cima a baixo
Abaixo a vontade de querer
E não poder
E crer
Que ainda é possível ter
Passível é acessível
Acesso ao complexo educacional
É difícil arranjar
Fazer arranjos
De arrojo
Não dá com nada

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